Tuesday, July 26, 2011
Monday, June 06, 2011
Saturday, June 04, 2011
Artemis - independência e proteção




Cultuada no período neolítico como a “Senhora dos Animais”, ela teve suas características maternas enaltecidas e veneradas como Efésia, a “Mãe dos Mil Seios”, cujo templo, em Éfeso, na Turquia – reconhecido como uma das sete maravilhas do mundo antigo – era servido por sacerdotisas virgens chamadas melissae (abelhas) e por sacerdotes castrados. A tribo das Amazonas a reverenciava como Astatéia, sendo sua padroeira e protetora de seus filhos, louvando-a com danças guerreiras realizadas ao som de címbalos e ao tilintar das espadas e dos escudos.
Os festivais mais conhecidos dedicados a Ártemis foram as celebrações das mulheres gregas de Tessalônia e Attica, realizadas nos bosques nas noites de Lua Cheia.
Como “Regente das Ninfas”, Ártemis protegia as mulheres contra as investidas dos homens; como “Senhora dos Animais”, punia os caçadores que ameaçavam a vida dos filhotes e das fêmeas; como "A Mãe dos Mil Seios”, regia a gravidez, o parto, as mulheres grávidas e os bebês. Considerada sucessora da deusa pré-helênica Eileithya, a padroeira dos partos, Ártemis era invocada e honrada pelas mulheres com orações e oferendas de leite e mel depositadas nas grutas e nas fendas da terra.
Uma das mais simbólicas representações zoomórficas de Ártemis é como “A Mãe Ursa”, identificada com a constelação Ursa Maior, tendo sido cultuada na Suíça como Artis e posteriormente cristianizada como Santa Úrsula. Desde a antiguidade, a ursa era honrada como a mãe amorosa e brincalhona, mas também temida como uma feroz defensora de seus filhotes. A devoção materna da ursa foi adotada como símbolo da maternidade e Ártemis, como Mãe Ursa, era a padroeira dos ritos de iniciação das meninas. No templo de Braurronia, as meninas dedicadas ao seu culto, chamadas deartoi (ursinhas), se vestiam com peles de urso e dançavam nas noites de Lua Cheia, aprendendo os mistérios da noite e do ciclo vida-morte. Ártemis tinha também o seu lado escuro: como “Mãe da Morte” recebia os animais sacrificados ou mortos nas caçadas e conduzia as almas das mães falecidas durante o trabalho de parto.
Wednesday, April 27, 2011
Wednesday, April 13, 2011
Wednesday, March 23, 2011
Friday, March 18, 2011
Friday, January 28, 2011
Friday, December 31, 2010
Bom ano! -e com Fadas... :)
O mundo está cheio de chatos! Nossa, como tem gente chata no mundo. Às vezes, eu penso que não é culpa delas, mas mesmo assim, dá vontade de jogar um sapato nelas de vez em quando. O pior tipo de chato, pra mim, é o cara que jura que está no centro do universo. Se nunca aconteceu com ele, é porque não acontece com ninguém. “Este bairro é tranquilíssimo! EU nunca fui assaltado! Todos os meus vizinhos foram, mas nunca invadiram a MINHA casa.”
Essa é a primeira coisa que você vai ter que tirar da cabeça. Aprenda a beber da experiência alheia e o seu caminho será muito mais fácil. Como o mundo está repleto desse tipo de chato “o mundo é meu umbigo”, fadas foram relegadas a um reino de fantasia porque nunca foram vistas. Não é que nunca foram vistas. Mas nunca foram vistas pelos malas! Aí, quando alguém diz que viu, é imediatamente confrontado ou ridicularizado por essas pessoas. Afinal, se ELAS nunca viram, é porque não existe.
Então você pergunta: por que algumas pessoas podem ver fadas e outras, não? Bom, vai ver que as fadas tentam evitar os chatos tanto quanto você! Mas tem uma outra explicação. É o seguinte: nós possuímos mais de um corpo. Nos detemos mais do que devíamos no nosso corpo físico, pois é o que mais usamos. Justamente por isso, os outros acabam esquecidos e atrofiados, como acontece com músculos que não usamos com freqüência. Esses corpos, chamados corpos sutis, são uma espécie de duplo nosso que tem acesso à dimensão feita da mesma matéria dele. Vou tentar explicar. Nosso corpo físico age no mundo físico, onde tudo é denso como ele. Nosso corpo astral, por sua vez, age no plano astral, onde as coisas serão tão reais e físicas para ele como este mundo físico é para o nosso corpo físico.
Esses corpos possuem, então, afinidade com outras dimensões e com os seres dessas outras dimensões. Um clarividente vê com olhos que não são os olhos físicos, mas os olhos de um corpo sutil que se sobrepõe ao outro. É possível treinar nossos outros corpos, como se exercitássemos o corpo físico e, na maioria das vezes, fazemos isso sem perceber ao estudarmos magia, lermos livros inspiradores, elevarmos nossos pensamentos, praticarmos ações e sentimentos elevados, etc...
Esses corpos são importantes para nós, pois nosso equilíbrio físico depende do equilíbrio geral. Algumas pessoas recorrem às drogas para ativar esses outros corpos, mas é um erro, pois o resultado, apesar de imediato, é efêmero. Dura pouco e é falso.
Nunca recorra a drogas para acionar um dos corpos sutis. É como trapacear nas Olimpíadas. O resultado não lhe dará orgulho nenhum, pois nem foi mérito seu, além de poluir seu campo áurico.
Campo áurico é como chamamos a aura, a luz da área produzida pelo girar dos seus chakras e pelos seus sete corpos. O corpo etérico gera a tela etérica que, quando trincada ou rachada, provoca a esquizofrenia, pois permite a visão da quarta dimensão. Essa rachadura no campo áurico é comumente provocada pelo uso de drogas. Para manter seu campo áurico forte e saudável, mantenha seus pensamentos equilibrados. Pensamentos equilibrados dão automaticamente emoções equilibradas, e essa é a forma mais fácil de manter sua aura bonita, saudável e forte.
Por que ter uma aura saudável, já que estamos falando de fadas? Porque semelhante atrai semelhante. Uma aura bonita vai atrair fadas na mesma vibração. Uma aura meio torta vai acabar atraindo seres baixos e até fadas vampíricas. Agora que você já tem uma noção de como funciona o campo áurico e o poder de ver fadas, vamos conhecer um pouco mais sobre os habitantes desse reino dos ventos e nuvens.
(...)

Uma magia para as fadas
Dentro da Lei Tríplice, de que tudo o que você fizer voltará três vezes para você, algumas magias wiccanas seguem o padrão inverso do que a maioria das pessoas espera de um ritual. A magia a seguir é uma delas.
Pegue um pouco de talco de sua preferência e coloque num prato. Escreva o seu pedido num papel. Ele deve ser genérico e resumido numa única palavra (saúde, amor, prosperidade, boa sorte, paz, etc...). Vá a um lugar ao ar livre e leve o prato com o talco, o papel e um fósforo. Ajoelhe-se e com as mãos sobre o prato de talco imagine luz passando por você e pousando no pó. Siga a visualização de acordo com as cores listadas a seguir:
Saúde: verde ou laranja.
Paz: Branco ou azul claro.
Amor: Rosa.
Prosperidade: Azul índigo.
Boa Sorte: Arco-íris.
Depois de alguns minutos, pegue o papel com seu pedido e queime-o com um fósforo. Deixe que as cinzas caiam sobre o talco no prato. Misture com as mãos e desenhe uma espiral, dizendo:
Com a divina energia
Eu realizo esta magia
Dou ao mundo o que eu almejo
Que se cumpra o meu desejo.
Pegue os punhados de pó e sopre-o nas quatro direções, pedindo às fadas e silfos que levem (o que você pediu: prosperidade, saúde, paz, amor, etc...) para quem for merecedor e estiver precisando. Este ritual com o elemento ar é muito bonitinho, pois ele dá aos outros o que você gostaria de ter para si. Muitas pessoas serão beneficiadas pelo seu feitiço sem nunca saberem disso. Um dia, seu desejo voltará para você, multiplicado três vezes três quantas pessoas você pôde ajudar com seu ritual.
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Magia do livro de Eddie Van FeuA Magia das Fadas e Flores
Editora Escala











































